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Arquivo da Categoria Viagem

terça-feira, 12 de março de 2013 Hotel, Miami, Turismo, Viagem | 11:25

Direto de Miami exclusivo: Conheça os bastidores do único hotel “5” estrelas das praias de Miami.

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Por Chris Delboni | Coluna Direto de Miami (http://diretodemiami.ig.com.br)
Fotos de Carla Guarilha

Elegância com tranquilidade é o lema do Acqualina. Foto de Carla Guarilha.

O Acqualina Resort and Spa on The Beach é um dos favoritos dos brasileiros em Miami.  E não é pra menos.

Tem até arroz e feijão para as crianças que preferirem uma comidinha mais caseira.

Basta pedir.

Na verdade, qualquer coisa no Acqualina, basta pedir e terá alguém a disposição, e um enorme sorriso, para atender.

Na geladeira de todos os quartos tem desde sorvete e leitinho para as crianças até champagne Veuve Clicquot, meia garrafa ou inteira. Foto de Carla Guarilha.

E foi justamente esse serviço especial e personalizado que deu ao Acqualina este ano “5” estrelas, o tradicional e respeitado prêmio “Forbes Travel Guide Five-Star Award”.

Desde que abriu em 2006, o Acqualina já ganhou vários prêmios, e é reconhecido por seu padrão de qualidade pelo grupo The Leading Hotels of the World, mas foi a primeira vez que recebeu o “Prêmio Nobel” no ramo de hotelaria.

O prêmio foi entregue para apenas 76 hotéis no mundo, e Acqualina é o único na região das praias em Miami.

“Cinco estrelas é difícil de conquistar e difícil de manter”, diz Bertha Vargas Guerrero, diretora de marketing do Acqualina.  “Mas se você trabalha duro, você vai longe”.

E toda a equipe do hotel vai longe para satisfazer o cliente.

Karine Barthelemy, curitibana, é gerente de relações com o cliente.  Ela cuida de todos os detalhes, exigências e preferencias dos hóspedes.  Entre suas qualificações, o fato de ser brasileira pesou muito na hora de contrata-la.  Os brasileiros estão entre os três mais frequentes do hotel, e Karine está lá para atende-los.

“Os brasileiros são muito fáceis de lidar”, diz ela, sorridente.  “Se o serviço está bom e a comida, está tudo bem”.

E para ter certeza de que está tudo bem, ela está sempre atenta – do arroz e feijão para as crianças que quiserem até o pãozinho francês fresquinho da padaria.

A brasileira atende às vezes 15 famílias conterrâneas em uma semana.  Costumam passar de 10 a 20 dias no hotel.

Karine no bar principal do hotel. Foto de Carla Guarilha.

“Toda vez que tem brasileiros, eles se sentem como se estivessem em casa”, diz Karine, que conhece todos os seus hospedes pelo nome e gostos.

E esse é o segredo do sucesso do Acqualina, um hotel imponente, com 51 andares – mas que dá a sensação de aconchego e intimidade.  Dividido em três torres, as duas laterais são residenciais, e a do  meio até o 28º andar é hotel, com as duas únicas suítes de três quartos em andares superiores.

Cada andar tem apenas quatro quartos, dois à direita e dois à esquerda do elevador, que já dá na porta, como em qualquer edifício de luxo.  Não tem enormes corredores para caminhar depois que sai do elevador.  E cada lado pode se transformar em uma suíte de dois quartos.  Basta fechar uma porta e abrir outra, o que é ideal para famílias com criança ou duas famílias viajando juntas.

O quarto mais simples do hotel. Foto de Carla Guarilha.

O hotel tem 98 acomodações, que vão de um quarto à uma suíte de três quartos.  Os valores também variam de US$375 até mais de US$3 mil a diária.

Entre as muitas amenidades, o Acqualina tem um spa também premiado, o ESPA, com 16 salas de tratamento, e três piscinas, todas com vista para a praia: “Beach Club”, “Recreational” e “Tranquility”.

O “lounge”, praticamente na praia, onde fica um dos três restaurantes, é famoso pelo gramado que não afunda, o que facilita o uso de salto alto e reforça o lema do hotel: elegância com tranquilidade.

Os casamentos feitos nesse espaço são deslumbrantes, diz Karine, que teve a chance de observar um recente, de brasileiros, para 200 pessoas.

Restaurante Costa Grill é perfeito para um drink no fim do dia. Só senta se for hóspede ou sócio do Beach Club. Foto de Carla Guarilha.

O restaurante Costa Grill é praticamente pé na areia, e o único do hotel que só é permitido para hóspedes ou membros do Beach Club.  Precisa “carteirinha” para sentar, como em qualquer restaurante de clube.

O Piazzetta, mais informal, e o Il Mulino New York, elegante e badalado, são abertos ao publico em geral, e recebem frequentemente residentes da cidade e turistas que não estão hospedados no hotel, muitos deles brasileiros, que hoje representam o maior numero de turistas internacionais no Sul da Flórida.

Il Mulino New York. Foto de Carla Guarilha.

Mas mesmo sem a exclusividade do Costa Grill, o padrão de qualidade é o mesmo para esses dois restaurantes e todos os setores do Acqualina: bom serviço e sorriso no rosto.

Todos os funcionários do hotel passam por um treinamento intensivo para conhecerem todos os cantos do resort, inclusive dormem duas noites com tudo pago, e o incentivo de usufruírem ao máximo de todas as amenidades.

Karine, que hoje cuida do bom atendimento dos hospedes, passou suas diárias no hotel com o marido.

“Aqui, todo mundo é VIP”, diz ela, sorrindo.

Bentley e Rolls Royce são os mais comuns no estacionamento do Acqualina. Foto de Carla Guarilha.

Acqualina
17875 Collins Avenue, Sunny Isles Beach, FL 33160
(305) 918 8000 (geral), (877) 312 9742 (reserva dentro dos EUA), (786) 522 3527 (reserva internacional)
http://acqualinaresort.com

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013 Alimentação, Direto de Miami, Gastronomia, Miami, Restaurantes, Turismo, Viagem | 09:41

Temporada de caranguejo o ano inteiro. Onde comer deliciosos frutos do mar em qualquer época.

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Por Chris Delboni | Coluna Direto de Miami (http://diretodemiami.ig.com.br)

Quando se fala de caranguejo em Miami, logo se pensa na tradicional casa em South Beach, Joe’s Stone Crab, que abriu em 1913 e se dá ao luxo de operar apenas sete meses por ano na temporada do crustáceo, que vai de outubro até meados de maio.

Mas um pouco ao norte, em Fort Lauderdale, existe uma outra casa especializada em caranguejo, com a metade da idade do Joe’s, muito mais barata e bem mais rústica, que vale a pena conhecer.  E o melhor de tudo: fica aberta o ano inteiro.

As contrário do Joe’s, que exige manga comprida para os homens e não permite trajes de praia ou shorts, o Rustic Inn, aberto em 1955 à beira de um canal, mantém uma atmosfera informal e simples.

Mas de rústico, só a aparência e o nome, o que deixa todos bem a vontade como numa casa de fazenda, o que torna o local ainda mais aconchegante e receptivo.

O restaurante tem várias salas, um salão de festas e um corredor de mesas à beira d’água, com garçons e garçonetes muito ocupados mas atentos e sorridentes.

A maioria prefere comer os caranguejos com vista para água.

O carro-chefe do cardápio é modestamente chamado de “World Famous Garlic Crab”, caranguejo com alho, anunciado como o mais famoso no mundo.

Só não dá para comer em silêncio.  A casa é barulhenta e fica pior quando uma mesa pede os famosos caranguejos na casca, que precisam ser quebradas através de batidas na mesa com o martelinho de madeira.

A casa oferece também avental para quem pedir o prato.  Mas para quem não tem o espírito de martelar, quebrar e se sujar na hora da refeição, o cardápio apresenta outras opções muito saborosas, ainda que não tão pretensiosamente anunciadas.

A lagosta e o camarão são deliciosos, no ponto perfeito.  Os bolinhos fritos de caranguejo são leves e podem ser pedidos como prato principal ou entrada.  As ostras, fresquíssimas, abertas na hora, são uma boa pedida como aperitivo, e as patas de caranguejo podem ser “queen” ou “king” – grandes ou gigantes.

Lagosta é um dos pratos favoritos do cardápio.

Já para quem prefere um bom prato de massa, nada como um linguini com camarão, lagosta ou mariscos da Nova Zelândia.

De exótico, a casa oferece rã e jacaré à milanesa.

A carta de vinhos é limitada mas tem o básico e os preços são justos.

Vale a pena a pequena viagem! E pode ir de shorts e manga curta.  Ninguém vai lá para ver e ser visto. Mas não custa dar uma olhadinha nas mesas ao lado.  Pode ser que reconheça algum rosto famoso.

O Rustic Inn sempre conquistou uma clientela seleta, desde os velhos tempos com visita de nomes como Marilyn Monroe e até mais recentemente Bette Midler, Barbra Streisand e Johnny Depp, entre muitos outros.

Rustic Inn
Endereço: 4331 Ravenswood Road, Fort Lauderdale, Florida 33312
Fone: 954-584-1637
Aberto: Segunda – sábado 11:30 – 22:45; domingo 12:00 – 21:00 hrs
Para maiores informações, visite http://www.rusticinn.com

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terça-feira, 30 de outubro de 2012 Direto de Miami, Turismo, Viagem | 09:42

Gol inicia vôos regulares para os EUA em dezembro. Conheça o pioneiro das operações.

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Por Chris Delboni | Coluna Direto de Miami (http://diretodemiami.ig.com.br)
Fotos de Carla Guarilha


A partir de dezembro, o brasileiro ganha uma nova opção aérea para os Estados Unidos, com vôos diários da Gol chegando em Miami e Orlando.

E o grande responsável pelo sucesso das operações experimentais no meio do ano que desencadearam as bases permanentes na Flórida foi Sydnei Luiz Casarini.

“A missão que eu tinha era montar a base, organizar e falar com as autoridades”, diz Casarini.  “A operação foi um sucesso”.

Casarini em Miami. Foto de Carla Guarilha.

O resultado foi tão positivo que no dia 15 de  dezembro a Gol dará inicio aos vôos regulares de São Paulo ou Rio de Janeiro para Orlando ou Miami, com uma rápida parada em Santo Domingo, na República Dominicana, e também abrirá uma nova base temporária em Nova York, de vôos de fretamento do programa Smiles, de milhagem e relacionamento, até 17 de fevereiro.

E mais uma vez, é Casarini que vem coordenar a chegada de brasileiros para o fim de ano “branco”, de neve em N.Y.

Casarini começou a pilotar com 16 anos.  Dois anos depois, ele foi trabalhar na Varig como agente de aeroportos.  Trabalhava de dia no aeroporto, em Congonhas, e estudava à noite – primeiro engenharia, mas logo decidiu que queria mesmo era fazer direito.

Casarini é condecorado como membro honorário da força aérea brasileira em São Paulo. Foto: Álbum pessoal.

Só que quando se formou e pegou a carteira da OAB fez uma nova escolha profissional:  decidiu  permanecer na Varig como coordenador de treinamento e não seguir carreira nem de advogado, nem de piloto.

A escolha não foi muito difícil. Casarini sempre gostou de lidar com gente. Então, fazer atendimento ao cliente dentro da aviação era a conjunção de duas paixões.

“Tomei a decisão de continuar dentro da Varig mas construir minha carreira profissional como administrador”, diz.   “Gosto de me relacionar com pessoas”.

Casarini com sua equipe de Miami. Foto: Cortesia.

E assim ele foi construindo uma carreira brilhante, por 25 anos na Varig e nos últimos cinco na Gol Linhas Aéreas, como gerente geral de controle de qualidade, diretor de aeroportos e diretor de infraestrutura.

Mas Casarini, que gosta muito do pioneirismo, está sempre buscando novos desafios e caminhos para se aprimorar e expandir seu trabalho.

Em setembro, ele deixou a Gol como funcionário e passou a prestar serviços independentes através da consultoria SLCasarini, de aviação, infraestrutura e treinamento.

Casarini vai coordenar toda a infraestrutura inicial das novas bases da Gol nos Estados Unidos.

Ele espera que essas operações tenham o mesmo resultado positivo das anteriores e diz que o segredo do sucesso de todos os seus projetos se resume no respeito ao cliente.

“Quando a gente atende numa empresa aérea, a gente vende sonhos”, diz Casarini.  “São pessoas que estão viajando pela primeira vez.  São pessoas se despedindo de entes queridos pela última vez, tem gente que vai viajar de lua de mel e vai para um paraíso tropical.  A gente tem que olhar pelas pessoas, se importar com elas”.

E isso, diz ele, se traduz na pontualidade do vôo, limpeza da aeronave e conforto.

“Nós fazemos parte desse sonho.  Temos que entregar esse sonho”, diz ele.  “E é isso que faz a diferença”.

Cerca de 3 mil passageiros passaram pelas mãos de Casarini e sua equipe entre julho e agosto, em Orlando e Miami.  Ele estava presente diariamente nos embarques e desembarques – alternando entre as duas bases.

“Chego antes da operação começar – vejo como está nosso atendimento, se estão com sorriso.  A gente tem que se colocar no lugar do cliente”, diz ele. “É um vôo, mas esse vôo é o vôo mais importante da noite. Um vôo nunca é igual a outro”.

Foto de Carla Guarilha.

E valeu a pena, diz Casarini, 49, que trata seus funcionários e clientes como visitas em sua casa e quer passar um pouco desse treinamento para os jovens que estão entrando no ramo de aviação.

“A gente não pode parar de estudar nunca.  Sou um eterno aprendiz”, diz o mestre que ministra aulas de segurança no transporte aéreo, infraestrutura aeroportuária e marketing de relacionamento com cliente na Academia do Ar, escola de aviação civil da Universidade Guarulhos.

“Treinamento é mudança de comportamento.  A área de atendimento ao cliente se renova todo dia”.

Casarini diz que o maior desafio que teve na primeira fase das operações internacionais da Gol foi mostrar para os americanos no comando nos aeroportos aqui o “jeito brasileiro” de ser e agir.

“A gente se abraça, se beija – o brasileiro é assim.  E eu consegui, ao logo desse período, mostrar para o americano que a gente transporta crianças, senhoras grávidas, idosos — com carinho”.

Para mais informações sobre os novos vôos da Gol para os Estados Unidos, visite http://voegol.com.br.

No vídeo, Sydney Luiz Casarini revela um pouco mais o segredo do seu sucesso: “dedicação, muito trabalho e carinho com as pessoas – não tem outra fórmula”, diz ele.

Gol inicia vôos regulares para os EUA em dezembro. Conheça o pioneiro das operações. from Chris Delboni on Vimeo.

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terça-feira, 31 de julho de 2012 Alimentação, Comida, Direto de Miami, Gastronomia, Miami, Restaurantes, Turismo, Viagem | 10:16

Direto de Miami recomenda: hambúrguer para quem tem bom paladar.

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Por Chris Delboni | Coluna Direto de Miami (http://diretodemiami.ig.com.br)

O hambúrguer é para o americano o que a macarronada é para o italiano — um prato típico e aparentemente simples mas que requer um enorme nível de atenção e perfeição: ponto certo, textura, qualidade da carne, tempero e temperatura do fogo.

Burger & Beer Joint. Foto de Carla Guarilha.

As duas dicas abaixo trazem todos esses fatores juntos em perfeita sintonia, o que torna esses hambúrgueres os melhores de Miami.

O Burger & Beer Joint é tipicamente uma “casa” de hambúrguer e cervejaria e o J&G Grill um badalado restaurante num dos hotéis mais chics da cidade, que, surpreendentemente, serve um hambúrguer magistral.

Vale a pena conferir.

Hoje com duas casas, uma em South Beach e outra na região financeira da Brickell, o Burger & Beer Joint atende a todos os gostos e bolsos.

As duas cozinhas do B&B, como o estabelecimento é carinhosamente conhecido, soltam, em média, entre 800 e 900 hambúrgueres por dia.

B&B - hambúrguer com quase tudo.

Tem mais de uma dúzia de tipos, desde o mais simples de carne e queijo, por US$10, ao vegetariano “Dear Prudence”, ou “Prezada Prudência”, de cogumelo Portobello, pimentão e mozzarella fresca, por US$12, ao “Stairway to Heaven”, ou “Escada para o Céu”, de gado Wagyu, criado em condições especialíssimas para oferecer uma das carnes mais nobres e macias do mundo, com foie gras e trufas pretas, por US$32.

O prato mais famoso da casa custa US$125 e chama-se “The Motherburger”. É um sanduíche gigante de gado Angus, de 4,5 kg, que pode servir a mesa toda – mas se alguém aceitar o desafio e comê-lo sozinho, em duas horas, ele sai de graça.

B&B em South Beach.

O restaurante, apesar de muito badalado, tem um ambiente descontraído, parecendo mais uma “crab house”, aqueles restaurantes com toalha na mesa e guardanapo de papel onde se come caranguejo.  Mas ao chegar mais perto, você pode perceber que os talheres incluem belíssimas facas para filet mignon.

Essa harmonia do despojado com bom gosto — e sabor — tem feito do B&B um grande fenômeno em Miami.  Está sempre lotado a qualquer hora do dia e da noite.

Já para quem prefere o simples em um ambiente bem mais sofisticado, a melhor opção é o hambúrguer do restaurante J&G Grill, que fica no novo e badalado hotel e residência de Miami, o St. Regis Resort, em Bal Harbour, em frente ao famoso shopping das maiores grifes internacionais.

J&G Grill no St. Regis. Cortesia.

Jean-Georges Vongerichten. Cortesia.

Possivelmente, este seria o último prato que alguém pediria no restaurante do famoso chef francês Jean-Georges Vongerichten, considerado uma “lenda viva” pela revista Bon Appétit.  Mas vale a experiência.  A combinação que Richard Gras, seu “chef de cuisine”, criou, de Wagyu com queijo Brie derretido e um molho de trufas pretas, é imbatível.  O acompanhamento são maravilhosas batatas fritas com ervas e alho, surpreendentemente leves, no paladar, no estômago e no bolso:  o prato sai por US$19.

Gras prepara, em média, 30 hambúrgueres por dia no J&G Grill. Foto de Carla Guarilha.

Gras diz que a maioria dos clientes hoje no restaurante são brasileiros e a carne está sempre entre os mais pedidos.  Ele conta que tem seu próprio açougueiro na cozinha e recebe Wagyu de três regiões: uma fazenda especializada na Austrália, outra na Califórnia e uma na Flórida.

“Temos muito orgulho dos nossos produtos”, diz Gras.  “As melhores coisas da vida são simples.  O segredo é fazê-las bem feitas, com perfeição”.

E é com essa mesma perfeição e simplicidade, que ele prepara também um tradicional filet mignon ou uma lagosta, outros dois pratos favoritos do cardápio do sofisticado J&G Grill, que vem fazendo enorme sucesso desde que abriu no início do ano.

Jordi Valles, chef executivo de todos os restaurantes do St. Regis (esq.), e Richard Gras, “Chef de Cuisine” do J&G Grill, mostram com orgulho a cozinha ao Direto de Miami. Foto de Carla Guarilha.

Box:

Burger & Beer Joint

South Beach
1766 Bay Road
Miami Beach, FL 33139
(305) 672-3287

Mary Brickell Village
900 South Miami Ave. Suite 130
Miami, FL 33130
(305) 523-2244

Para maiores informações e horário de funcionamento, visite http://burgernbeerjoint.com/.

J&G Grill – St. Regis Bal Harbour Resort
9703 Collins Avenue, Bal Harbour, FL 33154
Telefone para reserva: 305-993-0436
Para maiores informações e horário de funcionamento, visite http://www.jggrillmiami.com.

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terça-feira, 10 de julho de 2012 Direto de Miami, Diversão, Meio ambiente, Miami, Turismo, Viagem | 10:10

Direto de Miami mostra os bastidores do Seaquarium em Miami

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Por Chris Delboni | Coluna Direto de Miami (http://diretodemiami.ig.com.br)
Fotos de Carla Guarilha


Como uma estória de amor, Romeo e Julieta chegaram juntos no Seaquarium em Miami em 1958. Juliet, como foi batizada em inglês, tinha sofrido um acidente por barco e precisava de cuidados médicos. O parque, aberto na época há apenas quatro anos, foi o local escolhido para tratar do peixe-boi, ainda filhote, que hoje pesa mais de 1300 quilos e é um dos mais velhos, com cerca de 60 anos de idade, e se tornou uma das grandes atrações do Seaquarium.

Juliet é a mais pesada do Seaquarium. Ela ficou com sequela de ferimento na região da cauda.

Já Romeo, trazido na época como acompanhante de Juliet, mantém a mesma função até hoje: serve de companhia para novos peixes-bois que chegam machucados ou doentes no centro de reabilitação do parque, um espaço fechado ao público, ao qual Direto de Miami teve acesso exclusivo.

Romeo recebe um agrado de uma das coordenadoras do centro de reabilitação.

Jodi Tuzinski, especialista em cuidados com os animais aquáticos, há 15 anos no Seaquarium, diz que atualmente há sete peixes-bois em reabilitação, que devem ser levados de volta ao mar ou às suas águas de origem quando estiverem curados.

Jodi Tuzinski é especialista em cuidados com os animais aquáticos.

“Nosso objetivo é salvá-los e mantê-los livres para que continuem se reproduzindo”, diz ela. “Só são trazidos por que precisam de cuidados”.

Espécie em extinção, hoje há cerca de 4 mil peixes-bois nos Estados Unidos, metade, diz Tuzinski, vivendo na Florida.

Tuzinski diz que eles chegam no Seaquarium da mesma forma que seres humanos são levados a um pronto socorro.

Quando são encontrados machucados ou doentes, os veterinários e especialistas em campo determinam o que fazer e para onde levá-los.

O Seaquarium é um de três estabelecimentos especializados na Flórida em resgate e reabilitação.

Tuzinski conta que já chegou a receber 23 deles em um ano que fez muito frio, mas, em média, chegam 10.

Eles não suportam o frio, diz ela. A temperatura ideal da água para eles é entre 20º e 26º. Abaixo disso, as funções de seus órgãos começam a ser prejudicadas.

O peixe-boi é vegetariano, brinca Tuzinski. Eles comem cenoura e muito alface: 12 caixas de 18 quilos cada, diariamente.

Como os “snow birds”, ou “pássaros de neve”, conhecidos por pessoas aposentadas que passam os meses de inverno americano na Flórida, de novembro a março, o peixe-boi migra enormes distâncias — de estados como o Texas, Geórgia e Virginia – e chega em massa nas águas rasas do estado tropical.

Mas durante esses meses, mesmo salvos da hipotermia, correm sérios riscos de atropelamento por barco, como foi o caso de Wiley, com cerca de 2 anos de idade e, no Seaquarium, há seis meses.

Wiley quando chegou. Foto: Cortesia Seaquarium.

“Quando chegou, Wiley tinha sido ferido por um barco. Dava para ver suas vértebras”, conta Tuzinski. “Estava bem fraco, com infecção, letárgico. Por sorte não ficou paralítico”.

Hoje, diz ela, Wiley é um dos mais gulosos e assim que atingir o peso ideal, será colocado de volta ao seu habitat natural.

“Preferiríamos não ter nenhum peixe-boi aqui”, diz. “Mas, infelizmente, eles adoecem ou são feridos”.

O caminho para diminuir os acidentes, diz ela, é respeitar as regras marítimas: Não jogar sujeira na água para evitar que eles fiquem presos em sacos de lixo e outros objetos, como o anzol, e respeitar os limites de velocidade para os barcos mais próximos da costa ou águas mais rasas.

OUTRAS ATRAÇÕES DO SEAQUARIUM

O Seaquarium recebe até três mil visitantes por ano para ver seus habitantes, como o peixe-boi, mas também o leão-marinho, golfinhos e outros.

O golfinho é o animal mais sociável do Seaquarium. Sempre se aproxima quando percebe a presença de seus admiradores.

Além dos divertidos shows aquáticos, as atividades favoritas são nadar com os golfinhos e mergulhar com os peixes, ao lado dos recifes, como se estivessem no mar.

Kevin, de 5 anos, estava com a mãe, Rebeca Eikel, visitando o Seaquarium pela primeira vez. Os peixes foram a atração favorita do menino, que nasceu em Recife, mora na Suíça e passa férias em Miami, onde a família brasileira comprou um imóvel há um ano. O programa de mergulho -- "Sea Trek" -- tem sido uma enorme atração desde sua inauguração no ano passado.

BOX:

Miami Seaquarium:
Entrada: US$39.95 para adultos, e US$29.95 para crianças 3 – 10 anos.

É preciso fazer reserva para nadar com os golfinhos (no raso, US$139/pessoa, US$99 para crianças. Para nadar no fundo, US$199/pessoa. Sessão de 1h30) e para mergulhar com os peixes no“Sea trek” (US$99/pessoa. Não é exigida experiência). Telefone para reserva de programas interativos: 305-365-2501.

Endereço:
Miami Seaquarium
4400 Rickenbacker Causeway
Miami, Fl 33149

Para mais informações, horário dos shows e reservas, visite o site http://www.miamiseaquarium.com/ ou ligue 305-361-5705 (atendimento em inglês).


*Nos vídeos, Direto de Miami mostra os bastidores dos manatins no Seaquarium e outras atrações do parque.

Conheça os bastidores do Seaquarium em Miami. from Chris Delboni on Vimeo.

Outras atrações do Seaquarium em Miami from Chris Delboni on Vimeo.

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segunda-feira, 16 de abril de 2012 Direto de Miami, Miami, Viagem | 09:54

Cão é anfitrião de passageiros no Aeroporto Internacional de Miami

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Cão Embaixador do Aeroporto Internacional de Miami. “Pode me acariciar”, diz seu colete.

Casey tem 3 anos,  é da raça Golden Retriever e trabalha duas vezes por semana como voluntária no Aeroporto Internacional de Miami.  Sua missão é simples: receber e dar carinho, e amenizar o tempo e a tensão natural dos passageiros nos portões de embarque – nacional e internacional.

Abril Iriondo, de 3 anos, se encantou com Casey enquanto esperava o voo para Buenos Aires com a família.

Casey e Liz Miller, sua dona, passeiam pelos saguões todas segundas e quintas, orientando os passageiros com dúvidas ou aqueles que estão só precisando de um agrado ou uma lambida.

“Queremos ter certeza que todos estão tendo um dia agradável”, diz Miller.

Alicia Vasquez, de Buenos Aires, ganha um beijo enquanto espera seu voo.

E de fato, Casey alegrou o dia da brasileira Carem Monteiro, que adorou a surpresa no portão de embarque, onde aguardava o voo de volta à Brasília.

Carem Monteiro e Victor Mendes Sutarelli, de Brasilia.

“A ideia é muito legal pra descontrair”, disse Carem, que visitava Miami pela primeira vez com o noivo, Victor Mendes Sutarelli.

Miller já participava do programa de voluntários do aeroporto há um ano quando resolveu dois meses atrás inscrever Casey, que se tornou o primeiro cachorro a se juntar a esse grupo seleto de 80 pessoas que auxilia os passageiros.  A cadela é treinada e certificada como cão de terapia.

“Nosso objetivo como voluntário é tornar o tempo do passageiro no aeroporto o mais agradável possível e ajudá-lo como podemos”, diz Miller.  “Então pensei, por que não trazer Casey?  No minuto que ela entra, as pessoas ficam mais leves, alegres, começam a conversar.  Quebra o gelo completamente”.

Os passageiros – adultos e crianças – batem o olho na adorável cadela e o sorriso é imediato.

Ivan Dates e seu filho, Felipe, de 2 anos, curtem momentos alegres com Casey antes do embarque para Argentina.

Liz conta que, recentemente, se emocionou quando uma senhora veio ao encontro de Casey, sentou-se no chão, colocou os braços na cadela e disse, “tive um dia péssimo.  Esse cão fez a diferença”.  A passageira era veterinária e tudo que ela precisava naquele momento era estar junto de um cachorro para tranquilizá-la enquanto esperava seu voo.

Casey e Liz em busca de um passageiro em necessidade de um chamego canino.

E não é diferente com os comissários de bordo.

Mesmo correndo, prontos para entrar no avião com destino `a Brasília, Marcos Lopes e Larissa Bruch, ambos há seis anos na TAM, não resistiram:  pararam para ver Casey.

Disseram que nunca tinham visto um cachorro como anfitrião em aeroportos.

“As pessoas ficam nervosas para o voo normalmente e ajuda bastante ter um bichinho ao lado”, diz Lopes.

Bruch concorda.  “Eu adoro cachorro”, diz a gaúcha, que tem dois em sua casa no Rio Grande do Sul — uma Yorkie e um gigante Dogo Argentino.

A dona diz que recebe centenas de visitas na página de Internet da Casey e muitos e-mails de passageiros agradecendo o carinho.

Marc Henderson, assessor de imprensa do Aeroporto Internacional de Miami, disse que essa iniciativa de Liz e Casey ajuda muito a amenizar a tensão da viagem e criar uma experiência positiva dos passageiros.  “Eu acho que isso é muito importante em um aeroporto que já tem stress suficiente, desde encontrar um lugar para estacionar, check-in, segurança até o portão de embarque.  Com todo esse stress, você vê esse peludão de quatro patas que vem a seu encontro, e sem a menor preocupação com nada, só quer lamber seu rosto”, diz ele, “é lindo”.

Quem quiser se comunicar com Casey, é só mandar um e-mail para casey@miami-airport.com.  Mas lembre que ela só fala inglês.

Fotos de Daniel Bock

Assista ao vídeo da mais nova voluntária do Aeroporto Internacional de Miami:

Cão é anfitrião de passageiros no Aeroporto Internacional de Miami from Chris Delboni on Vimeo.

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