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terça-feira, 12 de março de 2013 Hotel, Miami, Turismo, Viagem | 11:25

Direto de Miami exclusivo: Conheça os bastidores do único hotel “5” estrelas das praias de Miami.

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Por Chris Delboni | Coluna Direto de Miami (http://diretodemiami.ig.com.br)
Fotos de Carla Guarilha

Elegância com tranquilidade é o lema do Acqualina. Foto de Carla Guarilha.

O Acqualina Resort and Spa on The Beach é um dos favoritos dos brasileiros em Miami.  E não é pra menos.

Tem até arroz e feijão para as crianças que preferirem uma comidinha mais caseira.

Basta pedir.

Na verdade, qualquer coisa no Acqualina, basta pedir e terá alguém a disposição, e um enorme sorriso, para atender.

Na geladeira de todos os quartos tem desde sorvete e leitinho para as crianças até champagne Veuve Clicquot, meia garrafa ou inteira. Foto de Carla Guarilha.

E foi justamente esse serviço especial e personalizado que deu ao Acqualina este ano “5” estrelas, o tradicional e respeitado prêmio “Forbes Travel Guide Five-Star Award”.

Desde que abriu em 2006, o Acqualina já ganhou vários prêmios, e é reconhecido por seu padrão de qualidade pelo grupo The Leading Hotels of the World, mas foi a primeira vez que recebeu o “Prêmio Nobel” no ramo de hotelaria.

O prêmio foi entregue para apenas 76 hotéis no mundo, e Acqualina é o único na região das praias em Miami.

“Cinco estrelas é difícil de conquistar e difícil de manter”, diz Bertha Vargas Guerrero, diretora de marketing do Acqualina.  “Mas se você trabalha duro, você vai longe”.

E toda a equipe do hotel vai longe para satisfazer o cliente.

Karine Barthelemy, curitibana, é gerente de relações com o cliente.  Ela cuida de todos os detalhes, exigências e preferencias dos hóspedes.  Entre suas qualificações, o fato de ser brasileira pesou muito na hora de contrata-la.  Os brasileiros estão entre os três mais frequentes do hotel, e Karine está lá para atende-los.

“Os brasileiros são muito fáceis de lidar”, diz ela, sorridente.  “Se o serviço está bom e a comida, está tudo bem”.

E para ter certeza de que está tudo bem, ela está sempre atenta – do arroz e feijão para as crianças que quiserem até o pãozinho francês fresquinho da padaria.

A brasileira atende às vezes 15 famílias conterrâneas em uma semana.  Costumam passar de 10 a 20 dias no hotel.

Karine no bar principal do hotel. Foto de Carla Guarilha.

“Toda vez que tem brasileiros, eles se sentem como se estivessem em casa”, diz Karine, que conhece todos os seus hospedes pelo nome e gostos.

E esse é o segredo do sucesso do Acqualina, um hotel imponente, com 51 andares – mas que dá a sensação de aconchego e intimidade.  Dividido em três torres, as duas laterais são residenciais, e a do  meio até o 28º andar é hotel, com as duas únicas suítes de três quartos em andares superiores.

Cada andar tem apenas quatro quartos, dois à direita e dois à esquerda do elevador, que já dá na porta, como em qualquer edifício de luxo.  Não tem enormes corredores para caminhar depois que sai do elevador.  E cada lado pode se transformar em uma suíte de dois quartos.  Basta fechar uma porta e abrir outra, o que é ideal para famílias com criança ou duas famílias viajando juntas.

O quarto mais simples do hotel. Foto de Carla Guarilha.

O hotel tem 98 acomodações, que vão de um quarto à uma suíte de três quartos.  Os valores também variam de US$375 até mais de US$3 mil a diária.

Entre as muitas amenidades, o Acqualina tem um spa também premiado, o ESPA, com 16 salas de tratamento, e três piscinas, todas com vista para a praia: “Beach Club”, “Recreational” e “Tranquility”.

O “lounge”, praticamente na praia, onde fica um dos três restaurantes, é famoso pelo gramado que não afunda, o que facilita o uso de salto alto e reforça o lema do hotel: elegância com tranquilidade.

Os casamentos feitos nesse espaço são deslumbrantes, diz Karine, que teve a chance de observar um recente, de brasileiros, para 200 pessoas.

Restaurante Costa Grill é perfeito para um drink no fim do dia. Só senta se for hóspede ou sócio do Beach Club. Foto de Carla Guarilha.

O restaurante Costa Grill é praticamente pé na areia, e o único do hotel que só é permitido para hóspedes ou membros do Beach Club.  Precisa “carteirinha” para sentar, como em qualquer restaurante de clube.

O Piazzetta, mais informal, e o Il Mulino New York, elegante e badalado, são abertos ao publico em geral, e recebem frequentemente residentes da cidade e turistas que não estão hospedados no hotel, muitos deles brasileiros, que hoje representam o maior numero de turistas internacionais no Sul da Flórida.

Il Mulino New York. Foto de Carla Guarilha.

Mas mesmo sem a exclusividade do Costa Grill, o padrão de qualidade é o mesmo para esses dois restaurantes e todos os setores do Acqualina: bom serviço e sorriso no rosto.

Todos os funcionários do hotel passam por um treinamento intensivo para conhecerem todos os cantos do resort, inclusive dormem duas noites com tudo pago, e o incentivo de usufruírem ao máximo de todas as amenidades.

Karine, que hoje cuida do bom atendimento dos hospedes, passou suas diárias no hotel com o marido.

“Aqui, todo mundo é VIP”, diz ela, sorrindo.

Bentley e Rolls Royce são os mais comuns no estacionamento do Acqualina. Foto de Carla Guarilha.

Acqualina
17875 Collins Avenue, Sunny Isles Beach, FL 33160
(305) 918 8000 (geral), (877) 312 9742 (reserva dentro dos EUA), (786) 522 3527 (reserva internacional)
http://acqualinaresort.com

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013 Alimentação, Direto de Miami, Gastronomia, Miami, Restaurantes, Turismo, Viagem | 09:41

Temporada de caranguejo o ano inteiro. Onde comer deliciosos frutos do mar em qualquer época.

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Por Chris Delboni | Coluna Direto de Miami (http://diretodemiami.ig.com.br)

Quando se fala de caranguejo em Miami, logo se pensa na tradicional casa em South Beach, Joe’s Stone Crab, que abriu em 1913 e se dá ao luxo de operar apenas sete meses por ano na temporada do crustáceo, que vai de outubro até meados de maio.

Mas um pouco ao norte, em Fort Lauderdale, existe uma outra casa especializada em caranguejo, com a metade da idade do Joe’s, muito mais barata e bem mais rústica, que vale a pena conhecer.  E o melhor de tudo: fica aberta o ano inteiro.

As contrário do Joe’s, que exige manga comprida para os homens e não permite trajes de praia ou shorts, o Rustic Inn, aberto em 1955 à beira de um canal, mantém uma atmosfera informal e simples.

Mas de rústico, só a aparência e o nome, o que deixa todos bem a vontade como numa casa de fazenda, o que torna o local ainda mais aconchegante e receptivo.

O restaurante tem várias salas, um salão de festas e um corredor de mesas à beira d’água, com garçons e garçonetes muito ocupados mas atentos e sorridentes.

A maioria prefere comer os caranguejos com vista para água.

O carro-chefe do cardápio é modestamente chamado de “World Famous Garlic Crab”, caranguejo com alho, anunciado como o mais famoso no mundo.

Só não dá para comer em silêncio.  A casa é barulhenta e fica pior quando uma mesa pede os famosos caranguejos na casca, que precisam ser quebradas através de batidas na mesa com o martelinho de madeira.

A casa oferece também avental para quem pedir o prato.  Mas para quem não tem o espírito de martelar, quebrar e se sujar na hora da refeição, o cardápio apresenta outras opções muito saborosas, ainda que não tão pretensiosamente anunciadas.

A lagosta e o camarão são deliciosos, no ponto perfeito.  Os bolinhos fritos de caranguejo são leves e podem ser pedidos como prato principal ou entrada.  As ostras, fresquíssimas, abertas na hora, são uma boa pedida como aperitivo, e as patas de caranguejo podem ser “queen” ou “king” – grandes ou gigantes.

Lagosta é um dos pratos favoritos do cardápio.

Já para quem prefere um bom prato de massa, nada como um linguini com camarão, lagosta ou mariscos da Nova Zelândia.

De exótico, a casa oferece rã e jacaré à milanesa.

A carta de vinhos é limitada mas tem o básico e os preços são justos.

Vale a pena a pequena viagem! E pode ir de shorts e manga curta.  Ninguém vai lá para ver e ser visto. Mas não custa dar uma olhadinha nas mesas ao lado.  Pode ser que reconheça algum rosto famoso.

O Rustic Inn sempre conquistou uma clientela seleta, desde os velhos tempos com visita de nomes como Marilyn Monroe e até mais recentemente Bette Midler, Barbra Streisand e Johnny Depp, entre muitos outros.

Rustic Inn
Endereço: 4331 Ravenswood Road, Fort Lauderdale, Florida 33312
Fone: 954-584-1637
Aberto: Segunda – sábado 11:30 – 22:45; domingo 12:00 – 21:00 hrs
Para maiores informações, visite http://www.rusticinn.com

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terça-feira, 30 de outubro de 2012 Direto de Miami, Turismo, Viagem | 09:42

Gol inicia vôos regulares para os EUA em dezembro. Conheça o pioneiro das operações.

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Por Chris Delboni | Coluna Direto de Miami (http://diretodemiami.ig.com.br)
Fotos de Carla Guarilha


A partir de dezembro, o brasileiro ganha uma nova opção aérea para os Estados Unidos, com vôos diários da Gol chegando em Miami e Orlando.

E o grande responsável pelo sucesso das operações experimentais no meio do ano que desencadearam as bases permanentes na Flórida foi Sydnei Luiz Casarini.

“A missão que eu tinha era montar a base, organizar e falar com as autoridades”, diz Casarini.  “A operação foi um sucesso”.

Casarini em Miami. Foto de Carla Guarilha.

O resultado foi tão positivo que no dia 15 de  dezembro a Gol dará inicio aos vôos regulares de São Paulo ou Rio de Janeiro para Orlando ou Miami, com uma rápida parada em Santo Domingo, na República Dominicana, e também abrirá uma nova base temporária em Nova York, de vôos de fretamento do programa Smiles, de milhagem e relacionamento, até 17 de fevereiro.

E mais uma vez, é Casarini que vem coordenar a chegada de brasileiros para o fim de ano “branco”, de neve em N.Y.

Casarini começou a pilotar com 16 anos.  Dois anos depois, ele foi trabalhar na Varig como agente de aeroportos.  Trabalhava de dia no aeroporto, em Congonhas, e estudava à noite – primeiro engenharia, mas logo decidiu que queria mesmo era fazer direito.

Casarini é condecorado como membro honorário da força aérea brasileira em São Paulo. Foto: Álbum pessoal.

Só que quando se formou e pegou a carteira da OAB fez uma nova escolha profissional:  decidiu  permanecer na Varig como coordenador de treinamento e não seguir carreira nem de advogado, nem de piloto.

A escolha não foi muito difícil. Casarini sempre gostou de lidar com gente. Então, fazer atendimento ao cliente dentro da aviação era a conjunção de duas paixões.

“Tomei a decisão de continuar dentro da Varig mas construir minha carreira profissional como administrador”, diz.   “Gosto de me relacionar com pessoas”.

Casarini com sua equipe de Miami. Foto: Cortesia.

E assim ele foi construindo uma carreira brilhante, por 25 anos na Varig e nos últimos cinco na Gol Linhas Aéreas, como gerente geral de controle de qualidade, diretor de aeroportos e diretor de infraestrutura.

Mas Casarini, que gosta muito do pioneirismo, está sempre buscando novos desafios e caminhos para se aprimorar e expandir seu trabalho.

Em setembro, ele deixou a Gol como funcionário e passou a prestar serviços independentes através da consultoria SLCasarini, de aviação, infraestrutura e treinamento.

Casarini vai coordenar toda a infraestrutura inicial das novas bases da Gol nos Estados Unidos.

Ele espera que essas operações tenham o mesmo resultado positivo das anteriores e diz que o segredo do sucesso de todos os seus projetos se resume no respeito ao cliente.

“Quando a gente atende numa empresa aérea, a gente vende sonhos”, diz Casarini.  “São pessoas que estão viajando pela primeira vez.  São pessoas se despedindo de entes queridos pela última vez, tem gente que vai viajar de lua de mel e vai para um paraíso tropical.  A gente tem que olhar pelas pessoas, se importar com elas”.

E isso, diz ele, se traduz na pontualidade do vôo, limpeza da aeronave e conforto.

“Nós fazemos parte desse sonho.  Temos que entregar esse sonho”, diz ele.  “E é isso que faz a diferença”.

Cerca de 3 mil passageiros passaram pelas mãos de Casarini e sua equipe entre julho e agosto, em Orlando e Miami.  Ele estava presente diariamente nos embarques e desembarques – alternando entre as duas bases.

“Chego antes da operação começar – vejo como está nosso atendimento, se estão com sorriso.  A gente tem que se colocar no lugar do cliente”, diz ele. “É um vôo, mas esse vôo é o vôo mais importante da noite. Um vôo nunca é igual a outro”.

Foto de Carla Guarilha.

E valeu a pena, diz Casarini, 49, que trata seus funcionários e clientes como visitas em sua casa e quer passar um pouco desse treinamento para os jovens que estão entrando no ramo de aviação.

“A gente não pode parar de estudar nunca.  Sou um eterno aprendiz”, diz o mestre que ministra aulas de segurança no transporte aéreo, infraestrutura aeroportuária e marketing de relacionamento com cliente na Academia do Ar, escola de aviação civil da Universidade Guarulhos.

“Treinamento é mudança de comportamento.  A área de atendimento ao cliente se renova todo dia”.

Casarini diz que o maior desafio que teve na primeira fase das operações internacionais da Gol foi mostrar para os americanos no comando nos aeroportos aqui o “jeito brasileiro” de ser e agir.

“A gente se abraça, se beija – o brasileiro é assim.  E eu consegui, ao logo desse período, mostrar para o americano que a gente transporta crianças, senhoras grávidas, idosos — com carinho”.

Para mais informações sobre os novos vôos da Gol para os Estados Unidos, visite http://voegol.com.br.

No vídeo, Sydney Luiz Casarini revela um pouco mais o segredo do seu sucesso: “dedicação, muito trabalho e carinho com as pessoas – não tem outra fórmula”, diz ele.

Gol inicia vôos regulares para os EUA em dezembro. Conheça o pioneiro das operações. from Chris Delboni on Vimeo.

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